segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Patrimônio Fevereiro + (R$ 4.652,76) 1,41%

                                 Tesouro Direto

                                 Ações&Bancos


                              Fundos Imobiliários FII

                                                        

                                 Carteira Consolidada

   

                                  Resumo do mestre.

   Mais um mês se passou na vida corriqueira deste pequeno investidor, fevereiro se revelou um mês com rentabilidade razoável dado cenário macro terrível, como podem observar estarei migrando recursos oriundos de fundos imobiliários para ações de bancos.
   Ao que tudo indica uma grande tempestade se desenha  no horizonte , nos próximos meses estarei me  blindando em ações de bancos como traçado anteriormente,  talvez faça um futuro hedge cambial  com 5% da carteira.
 

                                            Ações

Ações deram um belo voo de galinha, nada para se animar para próximos meses, lembrando que agora nossa bolsa adquiriu selo junk, trocando em miúdos existe convergência de capital especulativo gringo entrando  saindo da bolsa a todo momento, principalmente devido ao juros negativos fomentado pelos Banco centrais mundiais.
   Minha estratégia baseada em precificação tem preços alvos ou seja sempre que uma ação&FII estiver acima do esperado alocarei recursos em renda fixa aguardando oportunidade de auferir preço justo.
   Para próximos meses alocarei recursos majoritariamente em ações passando a  revisar nosso cenário macro apenas na metade do ano, pelos dados que tenho tido acesso pelo site do  banco central, podemos esperar chumbo grosso da parte das contas públicas " Muito cuidado para quem esta iniciando posição na bolsa" entre com calma porque no fundo do poço existe um alçapão.

                                        Fundos Imobiliários

Fundos imobiliários com vacância  questões  judiciais graves  afetando seriamente desempenho da carteira nos últimos meses, lembrando que opero baseado em modelos de precificação, caso contrario desempenho estaria ainda mais negativo.Também existe a questão da cotas sendo infladas por alguns formadores de mercado, muito cuidado com este lance de comprar a mercado, principalmente pela baixa liquidez neste mercado incipiente,  pode se paga um spread de até 5 meses de aluguel,  convém saber operar neste mercado de baixa liquidez " Pescaria neles" Nada de sair pagando spread  alimentando especuladores, só para constar todo final do Mês  cotas são infladas para dar um upside na remuneração dos gestores.
  

                          Boa sorte no investimentos .


     

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Arthur Laffer fazendo escola no brasil.

"Arrecadação do governo apresenta  queda de 6,70% no pior janeiro desde 2011"
Estamos tendo uma aula de macroeconomia nos últimos anos, corroborando argumentos de Arthur Laffer " A partir de uma determinada alíquota arrecadação de nosso governo tende a cair em vez de aumentar.
Não adianta aumentar impostos pensando que nossa arrecadação aumentaria exponencialmente,  efeito completamente contrario.
 Aumentem quanto quiserem nossa carga tributaria " Super estado brasileiro tende arrecadar cada vez menos impostos"

Existe apenas um fator no controle do governo: Gastos!
A receita é determinada pela atividade econômica, não pelo nível de impostos  e tarifas, estratégia míope dos economistas do governo em aumentar carga tributaria através no tarifaço,teve efeito econômico contrario, restringindo ainda mais nossa atividade econômica.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Dividendos Janeiro " R$ 648,05" Retorno do dragão Inflacionario.

Dividendos  janeiro de 2015.
Primeiro mês do ano corrente, me apresento  para mais uma divulgação de rendimentos auferidos no mês corrente, neste mês ultrapassei marca pessoal dos "R$ 600" graças a não recorrentes de alguns alugueis, nos próximos meses alguns dividendos tendem crescer com menor intensidade pela migração de recurso para ações de bancos.

 Pagamento de dividendo referentes a bancos devem ser auferidos mensalmente, porem  quantia se revela irrisória , dada que grande quantidade dos dividendos de bancos são pagos ao final do semestre "junho e dezembro".

  Alugueis de FII vem sendo realocados  metodicamente no portfólio incipiente de bancos, neste mês auferi duas compras mensais de ITUB3 totalizando 95 ações no fracionado, conforme  cenário macro continue se deteriorando manterei aporte em bancos, salve algumas exceções de preços camaradas em FII.

Confesso que tenho me segurado para não comprar alguns FII que considero com boa perpetuidade!
Porem acredito que  estaticamente  retorno nas ações de bancos se revela muito mais propicio com tendência de barateamento adiante com  diminuição nos lucros do mesmo, portanto continuarei alocando recursos majoritariamente em bancos enquanto espero impacto de vacâncias e revisionais em FII para ir as compras com tais eventos devidamente precificados.

 Minha carteira global esta em  0% de rentabilidade histórica, período de analise meados de abril de 2015 até hoje, considero bom resultado levando em conta que  estamos em uma crise sistêmica, boa parte de minha carteira majoritariamente concentrada  em FII joga para baixo performance de outros ativos.

Em relação divida pública não há  justificativas para argumentar contra  boa e velha aritmética, como bem alertado por minha persona alguns meses atrás , não resta dúvida que em algum momento terá de haver alguma reestruturação.
 Não me interesso por títulos de longo prazo, estou majoritariamente alocado em NTN-B de curtas duração podendo sair a qualquer momento caso dívida pública ultrapasse 80% do PIB nos próximos anos.

Antevi este cenário antes de  levantarem tal questão na mídia financeira , venho acompanho indicadores macro de perto desde meados de 2015.

Naquele momento resolvi alocar recursos apenas em títulos de curta duração visando carregar  títulos desde se mantido proporção dívida/PIB abaixo de 80%, conforme nosso governo não faz reformas necessárias no lado fiscal a situação da inflação só tende piorar.

   Para quem  conhece alguns rudimentos de macroeconomia, sabe que nossa  inflação é altamente indexada ao gastos governamentais, além deste fator temos a  desindustrialização pressionando lado da oferta, cambio etc. Não seria prudente esperar que nossa recessão vá fazer trabalho sujo !
Enquanto lado fiscal não for atacado severamente  qualquer coisa proposta pelo governo terá apenas efeito superficial.

Se assim foste Venezuela teria inflação de 0% levando em conta que este pais esta em recessão , depressão há muito anos, em suma inflação se revela um efeito monetário não se trata apenas de aumento de preços, mas sim de aumento de base monetária que aliado diminuição da oferta causa elevação dos preços correntes.

Como proceder em cenário de inflação persistente?

Apenas ativos lastreados em moeda corrente forte como dólar americano podem manter paridade do poder compra, para evitar confisco recorrentes  por parte do governo temos as seguintes opções:  imóveis , terras , ouro, ações, fundos de investimentos internacionais, sendo ações de preferência internacionais,dólar e ouro como reserva de valor, imóveis devem severamente afetados porem ainda com valor intrínseco não mensurado pela desvalorização constante da moeda local.

Como antecipar este cenários?

A partir do momento que inflação se revelar persistente durante próximos anos, reformas não forem feitas corretamente seria aconselhável começarmos alocar algum capital em dólar para manter paridade do poder de compra.

Por hora não estou investindo neste instrumentos pela ótima rentabilidade oferecida pelo TD,venho conseguindo ao menos preservar meu poder de compra., no momento que  indicadores se deteriorarem nos próximos 2 anos cabe revisão em   minha estratégia fazendo assim  hedge em dólar com capital sacado do TD.

Como possuo pouco dinheiro para investir diretamente em ativos reais,  acredito que também não compense  esforço se não for para revender, estou majoritariamente alocado em FII.  

                                                 Comerciais da época da hiperinflação.
Observando comercial dos anos 80  meados dos 90 observe  que nos aguarda adiante , caso não seja feita reformas estruturais severas em nosso sistema financeiro, diminuindo severamente  tamanho do estado.

Link contendo dados da  dívida pública brasileira.
http://www.bcb.gov.br/?DIVIDADLSP08

Site com informações  indicadores macroeconômicos de diverso países.
http://pt.tradingeconomics.com/country-list/government-debt-to-gdp


Como podem ver estamos com 66% do PIB imobilizado para pagar dívida pública atualmente.
Muita gente deve se perguntar,  Estados unidos tem 100% do PIB comprometido Japão 230%.
Este indicador não deve ser usado como métrica isolada, para uma correta avaliação será preciso avaliar alguns parâmetros como crescimento do PIB,produtividade  por último juros da dívida.
Como podem perceber em pouco mais de 2 anos avançamos mais de 10 pontos, portanto temos juros exorbitantes para cobrir  risco de nosso governo perdulário, muito leigos desinformados questionam mas porque nosso governo não abaixa  juros oferecido ao mercado?

Simples: Inflação alta juros ficaria negativo!  ninguém colocaria dinheiro com juros negativos, mercado exige juros maiores conforme indicadores macroeconomias são revisados para baixo devido ao risco de default, portante antes de crucificar  mercado pelos gastos desmedidos do governo, seria melhor entender como funciona  estrutura da dívida pública brasileira.

Afinal como você acha que nosso governo bancou todo esta chuva de benefícios sociais nos últimos anos?

Recorrendo massivamente ao mercado e aumentando exponencialmente nossa dívida pública.
Nosso estado cresceu absurdamente nas duas ultimas décadas,  para manter tal crescimento constante nosso governo tem recorrido ao  aumento de impostos gradativos.

Relação imposto / pib que anteriormente estava em 20% no começo da década 90 atualmente esta em 36% podendo chegar aos 40% nos próximos anos, como proferido em post anteriores quando esta proporção cresce exponencialmente além da capacidade produtiva  receita do governo tende a diminuir,  setor produtivo não da conta de bancar  nosso setor público, neste cenário empresas quebram ou diminuem de tamanho.

Para fechar  contas nosso governo aumenta impostos,  porem enquanto governo aumenta de um lado arrecadação cai de outro.

Este conceito foi explicado exaustivamente na teoria de Arthur Laffer, "A partir de 33% aproximadamente  receita do governo tende  cair em vez de aumentar."

Outro argumento que vira e mexe observo nos fóruns da vida " mito nórdico!"
Vamos ao fatos carga tributaria dos países nórdicos se revela assustadora , porem  para pessoa  jurídica se revela diminuta se comparada a brasileira,inflação não existe, banco central atuando com juros negativos.

Levando em conta  que para manter welfare state funcional governo nórdicos vem consumindo cada vez mais recursos, conforme população ativa fica velha  deixando assim de  contribuir para sistema previdenciário , tal governo incorre  déficits constante, imigração etc para manter pirâmide etária equilibrada.

Outra questões além da  facilidade para empreender com alíquotas menores, existe riqueza acumulada de outras épocas, população diminuta  girando em torno de apenas 6 milhões.
Portanto fica fácil pregar welfare state quando se esta sentado em cima de riqueza acumuladas por gerações passadas , recorrendo frequentemente para mão de obra de imigrantes  com população diminuta se comparada a outros países.

Apenas um país que já enriqueceu e já acumulou o capital necessário e já alcançou a produtividade suficiente pode se dar ao luxo de adotar abrangentes políticas assistencialistas por um longo período de tempo.  Assistencialismo é algo que só pode funcionar  e, ainda assim, por tempo determinado — em sociedades que já enriqueceram e já alcançaram altos níveis de produtividade.  Não dá para redistribuir aquilo que não foi criado.  Adotar um modelo sueco em um país sudanês não daria muito certo.

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2161
Mito nórdico refutado.

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=632
Assistencialismo nórdico

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2210
Socialismo nórdico




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

As quatro etapas do populismo econômico by Nicolás Cachanosky.

O populismo econômico — ou a política econômica populista — pode ser caracterizado como sendo um programa de governo que recorre a uma maciça intervenção do estado em vários setores da economia, incentiva o consumismo (ao mesmo tempo em que desestimula os investimentos de longo prazo), e incorre em déficits no orçamento do governo. 


Além de se tratar de um modelo insustentável no longo prazo, o populismo econômico possui vários estágios entre sua adoção e seu inevitável fracasso.  A última década de extremo populismo na Argentina e na Venezuela [Nota do editor: e, em menor grau, no Brasil, como será demonstrado mais abaixo] pode ser descrita como tendo seguido exatamente este padrão.

Após observarem a experiência populista em vários países da América Latina, os economistas Rudiger Dornbusch e Sebastián Edwards identificaram em seu artigo "Macroeconomic Populism" (1990) quatro estágios universais inerentes ao populismo.  Ainda que o populismo possa apresentar uma grande variedade de políticas, certas características parecem estar presentes na maioria dos casos.

O populismo normalmente estimula uma mobilização social em prol do governo, faz uso maciço da propaganda glorificando determinados políticos, utiliza símbolos e práticas de marketing para incitar os sentimentos dos eleitores, e recorre frequentemente a uma retórica que apela à luta de classes.

 O populismo é especialmente voltado para aqueles que têm uma renda baixa, ao passo que, paradoxalmente, as elites que controlam o partido dominante não explicam a fonte da milionária renda do seu líder.  Governantes populistas têm facilidade em utilizar bodes expiatórios e em recorrer a teorias conspiratórias para explicar por que o país está passando por dificuldades, ao mesmo tempo em que se apresentam à população como os salvadores da nação.  Para alguns, o populismo está associado à esquerda e a movimentos socialistas; para outros, à direita e a políticas fascistas.
Os quatro estágios do populismo, identificados por Dornbusch e Edwards, são:

Estágio I
O populista é eleito e faz um diagnóstico sobre tudo o que está ruim na economia.  Ato contínuo, ele implanta políticas voltadas para atacar os sintomas e não para curar a doença. Há aumento dos gastos, há inchaço da máquina pública e há incentivos ao consumismo (mas não ao investimento de longo prazo).  Nos primeiros anos de governo, as políticas aparentemente funcionam.  A política macroeconômica mostra bons resultados, como um PIB crescente, uma redução no desemprego, um aumento real nos salários etc. 
Como a economia está partindo de uma base baixa, há o chamado "hiato do produto", que é a diferença entre o PIB efetivo e o PIB potencial.  Isso permite que estímulos econômicos artificiais gerem um crescimento econômico grande no curto prazo e sem pressões inflacionárias.  Adicionalmente, o governo paga pelas importações utilizando as reservas do banco central (artifício esse favorito de Venezuela e Argentina) e impõe regulamentações para controlar alguns preços (uma política de congelamento de preços é aplicada em simultâneo a uma política de subsídios para grandes empresas). 
Tudo isso faz com que a inflação de preços fique relativamente sob controle.

Estágio II
Alguns gargalos começam a aparecer, pois as políticas populistas enfatizaram o consumismo e se esqueceram do investimento (mesmo porque os populistas tendem a demonizar empresários capitalistas). 
Como consequência, o estoque de capital do país está sendo consumido mas não está sendo reposto.  A produtividade cai.
Adicionalmente, as reservas internacionais utilizadas para pagar pela importação de produtos básicos também começam a cair.
Um aumento nos preços de vários bens — até então controlados — se torna imperativo, pois os produtos estavam se tornando escassos.  Esse aumento geral de preços, o que equivale a uma redução no poder de compra da moeda e a um aumento do custo de vida, frequentemente leva a uma desvalorização na taxa de câmbio.  Os preços dos serviços de utilidades públicas (eletricidade, tarifas de ônibus etc.) e da gasolina, controlados pelo governo, também começam a subir, pois o governo necessita de mais receitas. 
Tal cenário leva a uma fuga de capitais, a qual é momentaneamente estancada pela imposição de controle de capitais.  Investidores estrangeiros fogem do país, o que reduz ainda mais os investimentos produtivos.
O governo tenta controlar seu orçamento e seus déficits, mas fracassa.  Dado que o custo dos prometidos subsídios à eletricidade, à gasolina e a algumas grandes empresas (as favoritas do governo) aumenta continuamente apenas para compensar o aumento do custo de vida, os déficits do governo aumentam.  Novos impostos são criados e alíquotas são majoradas.  A economia informal começa a crescer.
Nesse ponto, reformas fiscais se tornam necessárias, mas são evitadas pelo governo populista, pois elas vão contra toda a retórica do governo e toda a sua base de apoio.

Estágio III
Desabastecimentos e vários problemas relacionados à escassez se tornam significativos.  Dado que a taxa nominal de câmbio não foi desvalorizada no mesmo ritmo da inflação de preços, há uma saída contínua de capitais (as reservas internacionais caem ainda mais).  No extremo, a alta inflação de preços empurra a economia para uma desmonetização.  A moeda local é utilizada apenas para transações domésticas.  Os cidadãos passam a poupar em dólares americanos.
A queda na atividade econômica afeta as receitas tributárias do governo, piorando ainda mais os déficits orçamentários.  O governo tem de cortar subsídios. 
Para estancar a perda de reservas internacionais, uma nova desvalorização da taxa de câmbio é feita.  O custo de vida dispara, a renda real dos cidadãos despenca, e sinais de instabilidade política e social surgem diariamente. 
[Nota do editor: neste ponto, saques a comércios e residências se tornam comuns, como na Argentina.  Na Venezuela, a distribuição de alimentos foi colocada sob supervisão militar.]
O fracasso do projeto populista se torna evidente.

Estágio IV
Um novo governo é eleito (ou o próprio governo é reeleito) e é obrigado a fazer ajustes "ortodoxos", possivelmente sob a supervisão do FMI ou de organizações internacionais que forneçam os fundos necessários para fazer as reformas econômicas (isso ocorre majoritariamente quando o país precisa de recompor suas reservas internacionais).
Como o estoque de capital do país foi consumido e destruído, sem ser reposto, os salários reais caem para níveis abaixo daqueles que vigoravam antes do início das políticas populistas.  O novo governo "ortodoxo" tem então de recolher os farrapos que restaram e tentar cobrir os custos das políticas fracassadas feitas pelo regime anterior.  Isso normalmente implica políticas de austeridade, altamente impopulares.
Os populistas se foram, mas os estragos de suas políticas continuam totalmente presentes.

O populismo econômico segue firme e forte
Embora Dornbusch e Edwards tenham escrito seu artigo em 1990, as similaridades com o que ocorre hoje em países como Venezuela, Argentina e Bolívia [Nota do editor: e, em menor escala, no Brasil] são notáveis. 
Nos últimos anos, para manter as ideias populistas firmes na mente dos eleitores, a Venezuela criou o  Ministério da Suprema Felicidade Social e a Argentina criou uma Secretária do Pensamento Nacional.
Esses quatro estágios são, na realidade, cíclicos.  O movimento populista utiliza o quarto estágio para criticar as políticas "ortodoxas" adotadas pelo novo governo (que pode apenas ser o mesmo governo reeleito, mas com novos ministros), e argumenta que, durante o reinado dos populistas, as coisas estavam melhores.
Dado que as políticas ortodoxas quase sempre se baseiam exclusivamente no aumento de impostos, as coisas dificilmente melhoram.  A renda real segue em queda e a economia segue em contração.  Consequentemente, a opinião pública, descontente com as medidas adotadas no estágio IV, concede ao movimento populista uma vitória nas próximas eleições.  Os populistas recebem uma economia em recessão e o ciclo recomeça do estágio I.
Não é de se surpreender que governos populistas normalmente surjam após tempos difíceis causados por crises econômicas.  Um governo populista mais ousado pode conseguir evitar o estágio IV descobrindo novas maneiras de permanecer no governo, como, por exemplo, proibindo eleições ou criando resultados eleitorais falsos. 
Nesse ponto, o governo populista consegue transformar o país em uma nação totalmente autoritária.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Compras do Mês



Aporte do mês seguindo estratégia defensiva : Compra de um lote de ITUB3, banco apresentou lucro nominal recorde, porem deu  entender que aumentara provisões  conhecido como "PDD" tal medida não agradou  mercado como um todo.

Sendo que PDD alto significa menos dinheiro para empréstimo acarretando em impacto  direto nos lucro futuros.

Analisando  relatórios rapidamente da para perceber que existe uma tendência estagnação ou diminuição dos lucros em 2016, devo me aproveitar deste movimento de sell off por parte do mercado para aumentar exposição no setor.

Até mesmo bancos tendem  ter alguma dificuldade na crise atual , porem se existe dificuldade em bancos quem dirá nos setores cíclicos mais vulneráveis.

Aos poucos irei aumentando minha posição em bancos, exposição ideal de 20% da carteira global de acordo com minha estratégia traçada anteriormente " Atualmente estou com 5% ainda falta  muito.

FII seguem ladeira abaixo com aumento da inadimplência , revisional, vacância, queda vertiginosa do metro quadrado em são paulo & rio de janeiro,tenho interesse em aumentar minha exposição ao setor de shopping, aguardando preços mais convidativos, logística, lajes e agências bancarias devem ficar para segundo plano.

Aporte do Mês: 2500 ,caixa 400, dividendos provisionados para fevereiro 630.