quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Balanço Patrimonial 2015.

                                                   Resumo da alocação.

                                                    TD resumo da posição.
                                                    FII Resumo da posição.                          
                                       Panorama da carteira.                                                               
                                              Distribuição setorial FII.
                                              Vacância ABL carteira de FII.

                                      Ranking de Retorno sobre capital investido FII.
                                                  
                                             Melhores rentabilidades em 2015.   
                                      Rentabilidade TD pelo sistema de cotas.
                                                 
                                        Rentabilidade FII pelo sistema de cotas.
                                       Rentabilidade Geral pelo sistema de cotas.      
                                        Gráfico de Rentabilidade 2015.       
                                         Tabela de aportes 2015.                    
                                            Evolução Patrimonial 2015.

                                                       Resumo do mestre.

Ano difícil para renda variável, tudo indica que 2016 será mais um ano de aportes sofridos e rentabilidade modesta, dado cenário macro terrível !
Como bom investidor estudioso do mercado tenho conseguido apresentar desempenho regular " Só não sei até quando,levando em conta que nossa economia se encontra em processo de estagflação"

Metas para o próximo ano: Alavancar meu aportes !

Em relação aos FII aguardando bons preços de entrada, tudo isto devido a eminente taxação, também ando de olho no mercado acionário buscando oportunidades na bolsa.
Renda fixa: talvez refaça minha reserva de emergência em pós fixados conforme nosso cenário macro for se deteriorando ,  objetivo primário será aportar em FII , caso  estes estiverem apresentando resultados sofríveis aportarei em ações de bancos com preços interessantes.

Em relação a minha carteira de FII: Ao  todo tenho 13 ativos  pretendo ficar um bom tempo aportando apenas nos melhores, provavelmente ficarei mais um ano com 13 ativos,  caso algum ativo se apresente  com baixo desempenho em 2016, terei 3 ativos reservas para estrear na carteira " SHPH, BBRC, HGLG.


Resumo:
Ações alvo 2016: BBDC3, ITUB3

FII Alvo 2016.
ABCP,RNGO,KNRI, HGBS, HGRE.

Renda fixa
Títulos pós fixado visando recompor reserva de emergência.
CDB , LFT

Como proferido anteriormente  estudando entradas em ações de bancos, tais projeções dependem exclusivamente do desempenho de nosso mercado em 2016,comprarei apenas com margem de segurança  em relação a taxação,  apresentei uma tabela em post anterior contendo a precificação nos FII.

Resumo: Mercado Ruim congelo aporte em FII compro ações de banco.
Mercado: Regular aporte em FII esqueço ações de bancos.

Boas festa e um prospero ano novo blogosfera.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Dividendos "Novembro"

 Aportando dinheiro de um lado "vacância & revisional" comendo de outro, ainda tenho de lidar com uma  futura taxação que  atrasaria minha estratégia  vencedora de substituir um passivo por um ativo durante muitos anos.
   Mesmo com todas dificuldades jogando contra  tenho procurado captar distorções em diversos preços de ativos aproveitando-me  de yield devidamente precificados pela taxação, exigindo margem de segurança para novas compras.

Aporte do Mês:R$ 1300 Mirrado conquistado com muita luta! Coisa de   " Rentista elite burguesa"
Compras do Mês 1 cota de HGRE11 para fechar 2015  com chave de bronze.

                                                 Aporte do Mês estilo brasileiro.
                                                                                             
  
                                                     Papai  Noel  Brasileiro.
                                                                                                                            
                                                 Curva de dividendos do mestre.
                                                                 
Governo atacando  poupança de pequenos investidores.
                                    Assalto ao bolsos do  pequenos investidores.
                                                                        
        Aquele que espera ansiosamente pelo estado interventor estará fadado ao mais profundo limbo.
                                                  By mestre dos Dividendos.
                                                                            

                                                        Natal do mestre.

                                                             Boas festas.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

De volta aos anos 80.


   Para quem acompanha nosso mercado financeiro com certa frequência , a  nova onda vez no governo de Pindorama seria aumentar  carga tributaria sobre Renda  fixa, FII , Debêntures incentivadas, JCP ações e afins.
   Neste post irei me ater ao impacto gerado por uma possível tributação nos FII em minha carteira .
                                     "Uma imagem vale por mil palavras"                               
 O texto esta sendo revisado, portanto mudanças nas alíquotas tributarias em diversos empreendimentos será constante até sua aprovação.
 Aprendemos com este acontecimento que não devemos confiar em "governos" sejam eles de qualquer espécie, principalmente quando irresponsabilidade fiscal tomar conta... Quando isto acontece é comum o mandar a conta  para contribuinte&investidor.

Impacto no mercado de FII derretimento dos preços das cotas, "resumo da obra" o  que valia ontem hoje valera menos, principalmente com um possível aumento da selic "FII devem ser  castigados severamente" além destes fatores em voga temos revisionais, vacância para analisar.

Lembrando renda fixa deve sofrer igualmente com as  novas alterações : Principalmente LCI , LCA "bola cantada", debêntures incentivadas, também será efetuada mudanças no tempo das alíquotas de títulos pré fixados  aumento na carga tributaria para  títulos pós fixados.

 Para piorar afundando de vez o barco existe  clara indicação que nosso governo voltara ao caminho heterodoxo de irresponsabilidade com metas fiscais! dada indicação de um dos mentores da nova matriz econômica para fazenda.

Vide nova matriz economia nada mais  seria que o  velho  modelo heterodoxo de cunho keynesiano um experimento que nos fez abandonar  pilares do tripé econômico baseado no sistema de  metas na inflação  superavit primário.

Neste exato momento somos junk "lixão" quer dizer que agora existe um custo alto para conseguir crédito no mercado, este custo  será cada vez maior.

Qual estratégia do mestre para este cenário nefasto?

Primeiro de tudo seria não se abater pela situação vexatória em que nosso  pais se encontra, acabo de zerar todo meu lucro obtido anteriormente com boas compras em   FII,  bastou apenas uma sessão para zerar meus lucros, levando em conta que uso  técnicas avançadas de  precificação para fazer boas compras.
Provavelmente fecharei este  ano próximo do 0% de rentabilidade  por incrível que pareça considero isso uma grande vitória dado cenário nefasto adiante.

Com nosso governo tendendo irreversivelmente para  mais  irresponsabilidade fiscal, incorrendo déficits orçamentários expansão da moeda " dólar tende a se fortalecer nos próximos meses."

FII podem sofrer ainda mais com este cenário nefasto de alta de juros  disparada do dolár aliado déficits absurdo nas contas públicas.

A bolsa pode mergulhar ainda mais fundo rumo a depressão !


O que farei em tal situação?
Continuarei investindo em FII  títulos prefixados de curto prazo " Me perdoe o dom da palavra mas quem investe em títulos do governo para longo prazo confia de mais no risco soberano.

A historia comprova que governos populista quebraram suas economias recorrendo ano após ano com políticas de redistribuição , expansão monetária desenfreada " Vide argentina e Venezuela"  exemplos claros de onde a política monetária de  esquerda pode chegar para manter sua insanidade tributaria aliado a sede por arrecadação.

Para quem não entende nada de economia aconselho que assista este excelente  vídeo sobre a teoria econômica de  "Arthur laffer" constatando  efeitos perniciosos no aumento na carga tributaria sem contra partida aumentar  produtividade nacional.

                                                                             


Resumo da obra:

Primeiro 1:Nosso governo confisca por meio de imposto investidores & contribuintes para manter seus programas sociais.
Parte 2: Investidores param de investir no setor produtivo devido alta carga tributaria aliada a incerteza jurídica.
Parte 3: As receitas do governo estando atreladas com as receitas do setor produtivo apresentaram quedas substanciais.
Parte 4: Para manter seu estado aparelhado nosso governo deve incorrer a mais impostos.
Parte 5: Toda vez que novos tributos são criados menos dinheiro estaria disponível para novos investimentos, sem novas investimento as receitas do governo minguam.

O ciclo se repete até default  calote da dívida pública por via da expansão monetária a ser criada para tentar impulsionar  setor produtivo artificialmente por meio do crédito.
Como a base monetária sendo inflacionada não havendo ajuste fiscal! A  inflação ganha força , com uma inflação alta  nosso governo incorre a mais déficits para tapar  buraco nas contas públicas, assim sucessivamente até que este endividamento do governo atinge nível recordes.

O que farei neste cenário nebuloso?
Primeiro comprarei título de curta duração já que este  processo pode ser gradual.
Segundo continuarei comprando FII mesmo com  tributação sendo que este são ativos reais, portanto mesmo em uma possível desordem tributaria Clash da bolsa esta ativo deve resistir ao anos de lambanças públicas.
 
Bem vindo de volta aos anos 80 caros investidores do blogosfera.


                                                                                 
Resumo do mestre:
O prejuízo para quem esta comprado em FII desde 2012 será abismal.
A liquidez no mercado pode cessar nos próximos anos.
Nossa bolsa tende a buscar um novo suporte nos próximos meses.
Segue o link com a tal MP incluindo diversos investimentos.
http://legis.senado.leg.br/mateweb/arquivos/mate-pdf/185513.pdf


sábado, 12 de dezembro de 2015

O Caminho da servidão "F.A. Hayek"

                Prefacio da edição inglesa de 1976.
Este livro, escrito nas horas vagas entre os anos de 1940 e 1943, enquanto minha mente ainda tinha por ocupação fundamental problemas de teoria econômica pura, tornou-se para mim, como era de se esperar, o ponto de partida de mais de trinta anos de trabalho num novo campo. Esta primeira experiência numa nova direção foi motivada pelo desgosto que me causava a interpretação totalmente errônea dada pelos círculos “progressistas” ingleses ao caráter do movimento nazista, o que me levou de um memorando ao então diretor da London School of Economics,Sir William Beveridge, a um artigo publicado na Contemporary Review em 1938. A pedido do professor H. G.
Gideonse, da Universidade de Chicago, ampliei o artigo para que fosse publicado em seus Public Policy Pamphlets.Por fim, tendo em vistas circunstâncias, ao constatar que todos os meus colegas britânicos mais competentes estavam preocupados com os problemas mais prementes da condução da guerra, expandi-o relutantemente na forma deste pequeno tratado. A despeito do sucesso de todo inesperado do livro  no caso da edição norte-americana, não cogitava de início, ainda mais do que no da britânica – senti-me por muito tempo um tanto insatisfeito com ele. Embora tivesse declarado com franqueza no seu início que se tratava de uma obra política, fui levado, pela maioria de meus colegas cientistas sociais, a considerar que aplicara minha capacidade no campo errado, e sentia-me eu próprio temeroso de que, indo além da economia técnica, pudesse ter excedido minha competência. Não falarei aqui da fúria que o livro despertou em certos meios, ou da curiosa diferença entre sua acolhida na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos que comentei ligeiramente, vinte anos atrás, no prefácio à primeira edição norte americana em brochura.  Apenas para indicar o caráter da reação generalizada, mencionarei que um filósofo muito conhecido, cujo nome não vou citar, escreveu a outro para censurá-lo por haver elogiado esse escandaloso livro que, “é claro, (ele) não lerá”. Mas embora tenha feito um grande esforço no sentido de retornar à economia propriamente dita, não fui capaz de libertar-me da sensação de que os problemas em que tão impremeditadamente embarcara eram mais desafiadores e importantes que os da teoria econômica, e de que muito do que dissera em meu primeiro esboço carecia de clarificação e aperfeiçoamento. Quando o escrevi, também não me tinha, de modo algum, libertado o suficiente de todos os preconceitos e superstições que dominavam a opinião geral, e menos ainda aprendera a evitar todas as confusões prevalecentes de termos e conceitos de que me tornei, a partir de então, muito cônscio. E a análise das consequências das políticas socialistas que o livro tenta fazer é sem dúvida incompleta se não se faz acompanhar da necessária explanação sobre o que uma ordem de mercado adequadamente orientada exige e pode alcançar. Foi sobretudo a esse último problema que dediquei o trabalho que realizei desde então nesse campo. O primeiro resultado desses esforços de explicação da natureza de ma ordem de liberdade foi um livro substancial, chamado The Constitution of Liberty (1960) (N.do E.: publicado em português, sob o título Os Fundamentos da Liberdade,pela Editora Visão Ltda. e a Editora Universidade de Brasília, em 1983.), no qual tentei essencialmente expressar sob nova forma e tornar mais coerentes as doutrinas do liberalismo clássico do século XIX. A consciência de que a nova formulação deixara irrespondidas algumas questões relevantes levou-me em seguida a um esforço suplementar no sentido de apresentar minhas próprias respostas num trabalho em três volumes intitulado Law, Legislation, and Liberty, cujo primeiro volume foi lançado em 1973, o segundo em 1976, e o terceiro está em vias de ser concluído. Nos últimos vinte anos em que permaneci empenhado nessas tarefas,acredito ter aprendido muito sobre os problemas analisados no presente livro que, segundo me parece, jamais reli durante esse tempo. Tendo o feito presentemente com vistas a este prefácio, não mais me sinto no dever de me desculpar; ao contrário: pela primeira vez, estou bastante orgulhoso dele – e não menos da intuição que me levou a dedicá-lo “aos socialistas de todos os partidos”. De fato, embora eu tenha aprendido nesse intervalo muita coisa que não sabia quando o escrevi, surpreendeu-me muitas vezes nessa releitura o quanto já havia percebido no início e que meu trabalho posterior confirmou. E embora, espero, minhas obras posteriores venham a ser mais gratificantes ao especialista, estou agora pronto a recomendar, sem hesitação, este primeiro livro ao leitor comum,desejoso de uma introdução simples e não-técnica ao que acredito ser ainda uma das questões mais ameaçadoras que teremos de resolver.leitor provavelmente perguntará se isso significa que ainda estou disposto a defender todas as principais conclusões deste livro: e a resposta é, em linhas gerais, afirmativa. A mais importante ressalva que tenho a acrescentar deve-se à circunstância de que, nesse meio tempo, a terminologia se modificou e, por essa razão, o que digo no livro pode dar margem a falsas interpretações. Quando o escrevi, socialismo significava, inequivocamente, a estatização dos meios de produção e o planejamento econômico central que ela tornava possível e necessário. Nesse sentido, por exemplo, a Suécia está hoje muito mais distante do socialismo em matéria da organização que a Grã-Bretanha e a Áustria, embora a Suécia seja tida em geral como bem mais socializada. Isto se deve ao fato de que socialismo passou a significar sobretudo a redistribuição extensiva da renda por meio da tributação e das instituições do estado previdenciário (welfare state). Na última acepção do termo, os efeitos que analiso neste livro se produzem muito mais lenta, indireta e imperfeitamente. Acredito que o resultado final tenda a ser quase o mesmo,ainda que os processos pelos quais é produzido não coincidam de todo com o que é descrito no livro. Afirmou-se com frequência que eu sustentara que qualquer movimento na direção do socialismo levaria forçosamente ao totalitarismo. Conquanto o perigo exista, não é isso o que o livro diz. O que ele contém é a advertência de que, a menos que retifiquemos os princípios de nossa política de governo, advirão algumas consequências bastante desagradáveis, que a maioria dos defensores dessa política não desejam. Os pontos que hoje considero falhos neste livro são, sobretudo, a pouca ênfase que dei à relevância da experiência do comunismo na Rússia falha talvez perdoável quando lembramos que, quando o escrevi, a Rússia era nossa aliada na guerra e o fato de não me ter libertado inteiramente de todas as superstições intervencionistas então em voga, o que me levou a fazer várias concessões que hoje reputo injustificadas. E sem dúvida não tinha ainda plena consciência de como as coisas iam mal em certos aspectos. Ainda pensava estar formulando uma pergunta retórica quando indagava, por exemplo (p. 91), se Hitler obtivera seus poderes ilimitados de maneira estritamente constitucional  “quem sugeriria que o estado de Direito ainda prevalecia na Alemanha?” , só para descobrir mais tarde que os professores Hans Kelsen e Harold J.Laski, e é provável que muitos outros juristas e cientistas políticos socialistas, seguidores desses influentes autores, haviam justamente afirmado isso. De maneira bastante generalizada, novos estudos das tendências do pensamento e das instituições contemporâneas levaram-me, na realidade, a ficar mais alarmado e preocupado. E tanto a influência das ideias socialistas quanto a crença ingênua nas boas intenções dos detentores do poder totalitário cresceram acentuadamente desde que escrevi este livro. Por muito tempo, ressenti-me de ser mais conhecido pelo que considerava um panfleto de ocasião que por meu trabalho estritamente científico. Depois de reexaminar o que escrevi naquela época, à luz de cerca de trinta anos de estudos mais aprofundados sobre os problemas que então levantei, já não me sinto assim. Embora o livro possa conter muitas afirmações que, quando o escrevi, não tinha condições de demonstrar de forma convincente, constituiu um esforço genuíno para encontrar a verdade e deu lugar a descobertas que ajudarão mesmo àqueles que discordam de mim a evitar graves perigos.

 F.A. Hayek.