domingo, 11 de março de 2018

Um agradecimento a todos aqueles que de alguma forma contribuiram com conhecimento para meu sucesso nos investimentos.



- Oito anos de poupança ininterruptas
-  Cinco anos de estudo sobre bolsa valores ( Valuation) , ( Matemática financeira) e contabilidade de investimentos.
- 35 meses de histórico com acompanhamento constante - ( Sendo um  ano em meio de bear market e 1 ano meio de bull  market)

35 meses:

Rentabilidade histórica: 95%
Índice Bovespa no período: 49%
CDI: 38,40%
IPCA: 16,52%







Daniel Nigri: Dica de hoje7

https://dicadehoje7.com/

https://www.youtube.com/channel/UCV74rV9AAKqXERWwfSP_Z1g/videos





Macroeconomia para investidores:

Leandro Roque: Instituto mises Brasil


Operando ciclos de acordo com teoria austríaca dos ciclos econômicos.

https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2852



Finanças pessoais: André bona

Eu torço para você perder dinheiro na bolsa.

https://www.youtube.com/watch?v=mKYi19R9LI8


Matemática financeira: Hc Investimentos

http://hcinvestimentos.com/2010/12/20/como-calcular-o-retorno-de-um-investimento-parte-i/


                    OS SUPERINVESTIDORES DE

          GRAHAM-E-DODDSVILLE



Tradução e adaptação de SER-

NOTA DO EDITOR: este artigo é a transcrição da alocução efetuada por Warren Buffet na Universidade de Colúmbia em 1984 por ocasião da comemoração do qüinquagésimo aniversário do lançamento do livro Security Analysis, escrito por Benjamin Graham e David L. Dodd. Este livro introduziu as idéias que mais tarde viriam a ser popularizadas no livro The Intelligent Investor. O discurso de Buffet oferece um estudo fascinante de como os discípulos de Grahan empregaram as estratégias de “Value Investing”, criadas por seu Mestre, conseguindo um sucesso fenomenal no mercado de ações.

OBS: as tabelas mencionadas por Buffet estão no livro The Intelligent Investor e não foram reproduzidas aqui. Os dados referentes aos fundos Sequóia e de Munger podem ser encontradas aqui.

Será que a estratégia de investimento criada por Graham e Dodd, que consiste em "procurar por ações cujo valor possua uma margem de segurança significativa em relação aos preços", estaria ultrapassada? Muitos dos professores que escrevem livros nos dias de hoje diriam que sim. Eles alegam que o Mercado de ações é eficiente; o que significaria dizer que, o preço dos papéis refletem tudo que é conhecido sobre as empresas e o estado atual da economia. Não existiriam, portanto, ações subavaliadas. Estes teóricos afirmam que desde que existam análises inteligentes do Mercado, e que se empreguem todas as informações conhecidas, elas sempre atuarão no preço dos papéis que, por conseqüência, refletirão todo conhecimento disponível naquele momento. Os investidores que aparentemente conseguem vencer o Mercado, ano após ano, tem apenas sorte. “Se tudo está refletido no preço dos papéis, este tipo de análise de investimento está ultrapassado”, diz um autor de livros acadêmicos escritos hoje em dia.

Pode até ser que sim. Mas eu gostaria de apresentar a vocês um grupo de investidores que vem, ano após ano, “batendo” o índice Standard & Poor's 500. A hipótese deles conseguirem isto por mero acaso merece, ao menos, uma investigação mais profunda.

É importante saber que os investidores apontados nesta investigação são todos velhos conhecidos meus, tendo sido previamente identificados como superinvestidores, e que conheço pessoalmente o mais novo deles a pelo menos 15 anos. Sem esta premissa básica, eu aconselharia a vocês a parar de ler este artigo aqui, pois seria como se eu tivesse filtrado aleatoriamente estes nomes dentre milhares de nomes nesta manhã para conseguir o resultado. Eu gostaria de acrescentar que todos os dados aqui apresentados foram auditados e que conheço, pessoalmente, vários clientes que aplicaram com eles e que os cheques recebidos por eles conferem com os dados informados pelos administradores. 

Antes de prosseguir com nossa investigação eu gostaria que todos vocês fizessem um exercício de imaginação. Imaginem um campeonato nacional de cara ou coroa. Vamos supor que nós juntássemos 225 milhões de americanos nesta manhã e pedíssemos para cada um deles fizessem uma aposta e jogassem uma moeda de 1 dólar para cima. Aqueles que acertassem o resultado ganhariam a moeda daqueles que perderam. Aqueles que perderam sairiam do jogo e, no dia seguinte, os ganhadores voltariam a jogar apostando o total acumulado. Depois de 10 apostas em 10 manhãs restariam cerca de 220.000 pessoas nos Estados Unidos que teriam adivinhado corretamente uma seqüência de 10 caras ou coroas. Cada um deles teria ganho um pouco mais de 1.000 dólares.

Conhecendo bem a natureza humana, em pouco tempo este grupo começaria a se vangloriar. Eles poderiam até tentar ser modestos no começo mas depois, em coquetéis e festas, iriam certamente confessar discretamente a pessoas interessantes do sexo oposto, qual foi a “sua técnica”, e que novidades espetaculares suas descobertas iriam introduzir na arte de apostar em arremessos de moedas.

 Levando-se em consideração que os ganhadores estejam recebendo corretamente as apostas dos perdedores, em mais 10 dias restariam somente 215 apostadores que teriam acertado a seqüência exata de 20 lançamentos de moedas e que, por intermédio destas apostas, teriam transformado uma simples moeda de 1 dólar em um pouco mais de 1 Milhão de dólares. Até então, US$225 Milhões teriam sido perdidos e US$ 225 Milhões teriam sido ganhos. A esta altura o grupo já teria perdido a cabeça. Não seria difícil imaginar que eles começariam a escrever livros sobre “Como eu transformei um dólar em um Milhão de dólares, trabalhando 30 segundos por dia”, pior ainda, estariam sendo convidados como palestrantes em seminários ao redor do país sobre lançamento eficiente de moedas, contrapondo-se a professores cépticos esclamando: “Se isto não pode ser feito, porquê 215 de nós conseguiram?”

Em algum momento existiria um professor sem tato que lembraria que se 225 milhões de orangotangos participassem do mesmo campeonato os resultados seriam muito parecidos. Isto mesmo, 215 orangotangos sortudos com 20 seqüências vencedoras. Eu gostaria de argumentar que existem algumas diferenças básicas no exemplo que eu vou apresentar. Se, por um motivo: (a) Você tivesse pego 225 milhões de orangotangos distribuídos aleatoriamente dentro da população americana; (b) se apenas 215 tivessem restado após 20 dias; e (c) se você descobrisse que 40 deles vem de um zoológico em especial localizado em Omaha, você teria uma forte convicção de ter encontrado alguma coisa.

Certamente você iria querer conhecer o zelador do zoológico e perguntar o que ele dava de comer a  estes orangotangos, se eles estariam fazendo algum tipo especial de ginástica, que livros eles andavam lendo, e sabe lá o que mais. Com um índice tão alto de coincidências como este, você certamente iria querer pesquisar os fatores que poderiam te-los motivado.

Normalmente, empregamos a investigação científica para testar padrões. Se você estivesse interessado na pesquisa de uma espécie rara de câncer, e descobrisse que dos 1500 casos que ocorrem normalmente ao ano - 400 deles ocorrem na mesma cidadezinha mineira localizada em Montana, você ficaria muito interessado em conhecer a água daquela região, a ocupação dos pacientes e outras variáveis. Você sabe que não é possível que o acaso tenha concentrado todos os pacientes naquela mesma pequena região. Você pode não saber as causas, mas sabe aonde pode procura-las.

Eu asseguro a vocês que existem outros lugares para se procurar por causas além da geografia. Existe aquilo que eu costumo chamar de origem intelectual. Eu acredito que, a esta altura, você já deve estar desconfiado que um número desproporcional de vencedores do concurso de jogadores de cara ou coroa do mundo de investimentos venha de uma pequena vila, muito intelectualizada que poderia ser chamada de Graham-e-Doddsville. Uma grande concentração de vencedores nos levam a mesma vila, o que não poderia ser explicado pelo simples acaso.

Podem existir condições que façam esta concentração anormal pouco relevante. Talvez 100 pessoas tivessem apenas imitando a maneira de apostar de uma personalidade extremamente persuasiva da região. Quando ele arremessa, 100 pessoas copiam suas apostas cegamente. Se o líder fizer parte de um dos 215 competidores que restaram, o fato de 100 ganhadores serem originários da mesma vila perde o significado. Seria como considerar 100 repetições como uma.

 Da mesma forma, vamos imaginar que você viva em uma sociedade patriarcal muito forte e que cada família dentro dos Estados Unidos seja constituída por exatos 10 membros. Considere ainda que, a cultura patriarcal nos Estados Unidos seja de tal forma enraizada que quando as 225 milhões de pessoas saíram das suas casas no primeiro dia, todos fizeram suas apostas da mesma forma que o patriarca. Após um período de 20 dias, teríamos 215 ganhadores oriundos de 21,5 famílias. Alguns crédulos poderiam dizer que o fator de hereditário foi o grande responsável pelo êxito nas apostas. Mas isto não teria nenhum valor estatístico pois, ao final, não se teriam 215 ganhadores, mas sim 21,5 famílias, aleatoriamente distribuídas, que foram ganhadoras.

 Para este grupo de investidores bem sucedidos que eu gostaria de considerar, sempre houve um patriarca intelectual comum: Ben Graham. As  crianças que deixaram a casa deste patriarca intelectual não foram encontradas porque fizeram suas apostas de investimento copiando as dicas do líder. O patriarca apenas criou uma teoria para que o “arremesso de moedas” fosse feito de forma que cada um pudesse fazer suas apostas de sua própria maneira. Estes investidores foram para lugares diferentes e durante sua vida compraram e venderam companhias e ações também diferentes, cada um decidindo por si só qual a melhor forma de aplicar a teoria que aprenderam.

A base teórica dos investidores da vila de Graham-e-Doddsville é a seguinte: Eles procuram por discrepâncias entre o valor do negócio e o preço de pequenas partes do mesmo negócio vendidas no Mercado. Em suma, eles exploram discrepâncias sem se preocupar com o que pregam os teóricos do Mercado Eficiente, não se importando de as ações são compradas na Segunda ou na Terça e, muito menos, se foram compradas em Janeiro ou Julho. Em suma, estes homens de negócio compram negócios, o que é exatamente o que os nossos investidores de Graham & Dodd fazem quando vão ao mercado atrás de papéis – Eu duvido que alguns deles leva em consideração qual é o dia do mês ou da semana em que a operação irá ocorrer. Eu duvido que faça a menor diferença para eles se todo um negócio for comprado na Segunda ou numa Sexta. Eu fico impressionado como acadêmicos gastam tanto tempo e esforço para saber se faz alguma diferença quando se vai comprar o mesmo negócio em pedacinhos. Nossos investidores de Graham & Dodd, nem seria necessário falar, não discutem beta, o CAPM (capital asset pricing model), e a covariância de retorno de ações. Estes são assuntos de zero interesse para eles. De fato, alguns deles devem até ter dificuldades para explicar estes termos. Estes investidores se focam apenas em duas variáveis : Preço e Valor.

Eu sempre achei curioso como são feitos tantos estudos sobre o preço e volume de ações, estas coisas dos grafista. Você é capaz de imaginar a compra de todo um negócio simplesmente porquê o preço dele subiu bastante na semana passada ou na semana anterior? A razão pela qual são efetuados tantos estudos sobre volumes e preços é que agora, na era da informática, existe disponível uma quantidade de dados quase infinita. Mas estes estudos não são obrigatoriamente úteis porquê os dados estão disponíveis ou porquê os acadêmicos trabalharam bastante para aprender as habilidades matemáticas necessárias para manipula-los. Uma vez que se aprende esta habilidade, parece estúpido não aplica-la, mesmo que ela tenha pouca ou nenhuma utilidade. Como diz um amigo meu, ”para um homem com martelo, tudo parece prego.”

Eu acredito que este grupo que nós identificamos como superinvestidores merece ao menos uma averiguação. Apesar dos estudos acadêmicos da influência de variáveis como preço, volume, sazonalidade, tamanho de capitalização, etc., na performance das ações,  não tem sido evidenciado qualquer interesse no estudo destes métodos por estes investidores bem sucedidos orientados pelo valor.

Eu começo a análise destes resultados voltando para os anos de 1954 a 1956, quando um grupo de quatro de nós trabalhávamos na Graham-Newman Corporation. Nós eramos apenas quatro, note bem. Eu não selecionei estes nomes dentre milhares.

 Eu me ofereci para trabalhar na Graham-Newman de graça depois que assisti as aulas de Ben Graham, mas ele achou muito caro e me classificou de superavaliado. Ele levava esta coisa de valor muito a sério! Depois de muita insistência ele acabou me aceitando. A firma era formada por três sócios mais nós quatro como estagiários. Os quatro deixaram a firma entre 1955 e 1957 quando ela deixou de existir, sendo possível seguir o rastro de três de nós.

O primeiro exemplo (veja a Tabela-1) é Walter Schloss. Walter nunca cursou uma faculdade, mas assistiu a um curso de Ben Graham à noite no Instituto de de Finanças de Nova Iorque. Walter deixou a Graham-Newman Corporation em 1955 e alcançou os impressionantes resultados demonstrados na Tabela durante 28 anos (NT. 6687% contra 887% do S&P em 28 anos). "Adam Smith" escreveu o seguinte texto sobre ele no livro  Supermoney (1972) depois da conversa que tive com ele sobre o Walter: 
Ele não possuí contatos ou acesso à informações privilegiadas. Ninguém o conhece em Wall Street, e ele não paga a ninguém para lhe fornecer dicas de investimentos. Ele apenas olha para os números e os manda para os relatórios anuais, e isto é tudo que se sabe sobre ele.
Quando Warren me apresentou a ele (Schloss) também descreveu. "Ele nunca se esqueceu que estava lidando com o dinheiro de outras pessoas, e demonstrava claramente sua forte aversão a perda “ Ele possui uma imagem muito realista de si próprio e completa integridade. Para ele o dinheiro é real da mesma forma que as ações são reais - e por isto ele ganhou uma enorme fixação no princípio da “Margem de Segurança”.
Walter vem empregando uma carteira bastante diversificada, possuindo bem mais de 100 ações hoje em dia. Ele sabe como identificar papéis que vendem bem abaixo de seu valor. E isto é tudo o que ele faz.  Ele não se incomoda se é Janeiro, ele não se preocupa se o dia da semana é uma segunda-feira, e também não se interessa se este ano é ano de eleição. Ele apenas diz: se um negócio vale um dólar e pode ser comprado por 40 centavos, alguma coisa boa deve acontecer ao meu favor. Ele faz isto continuamente. Ele possui muito mais ações do que eu – E está muito menos interessado na natureza do negócio; isto parece não exercer grande influência sobre Walter. Este é o ponto forte de Walter; ninguém consegue exercer grande influência sobre ele.

O segundo caso é o de Tom Knapp, que também trabalhou na Graham-Newman comigo. Tom era professor de Química em Princeton antes da Guerra; quando voltou se tranformou em um verdadeiro rato de praia. Até que, num belo dia, soube que David Dodd estaria lecionando em um curso noturno sobre investimentos em Colúmbia. Tom se matriculou sem muita convicção. Tom ficou tão interessado no assunto durante o curso que se matriculou na Universidade de Finanças de Colúmbia, aonde terminou um MBA. Lá ele fez o curso de Dodd novamente e depois o de Ben Graham. Por acaso, 35 anos depois, eu precisei ligar para Tom para conversar sobre uma assunto qualquer e o encontrei novamente na praia. A diferença é que agora ele era o dono da praia!

Em 1968, Tom Knapp e Ed Anderson, ambos discípulos de Graham, fundaram a Tweedy Browne Partners junto com um ou dois amigos muito convincentes. O resultados dos seus investimentos podem ser observados na Tabela 2 (NT. 1661% contra 238% do S&P em 15 anos).  Tweedy, Browne alcançaram este resultado com muita diversificação. Ocasionalmente eles compram o controle do negócio mas, o resultado dos investimentos passivos são muito próximos dos resultados das empresas que eles controlam.

A Tabela 3 descreve os resultados do 3º membro do grupo (NT. 2794% contra 152% do Down Jones em 13 anos),  que constituiu a Buffett Associados em 1957. A melhor coisa que ele fez na vida foi foi sair do negócio em 1969. A partir daí, mantida as devidas proporções, a Berkshire Hathaway tem sido a continuação desta parceria. Na minha opinião, não existe qualquer índice que seja uma prova irrefutável da qualidade da administração de investimento da Berkshire. Mas, todavia, considero que foi satisfatória.

A Tabela 4 apresenta dados do fundo Sequóia, administrado por Bill Ruane, um homem que conheci em 1951 durante uma aula de Ben Grahan (NT. 775% contra 270% do S&P em 14 anos). Depois de sair da Faculdade de  Administração de Harvard, Bill foi para Wall Street. Foi nesta época que percebeu uma deficiência na sua formação no mundo real de negócios decidindo, então, se matricular no curso de Ben em Colúmbia, aonde nos  conhecemos no início de 1951. O resultado obtido por Bill de 1951 a 1970, mesmo trabalhando com quantias relativamente pequenas, foi bem superior a média. Quando eu deixei a Buffett Associados perguntei a Bill se ele gostaria de criar um fundo para administrar os recursos de nossos associados. Foi quando ele criou o Fundo Sequóia. Este fundo foi iniciado em um período muito difícil, exatamente no momento em que eu estava saindo. O mercado encontrava-se bastante agitado gerando inúmeras dificuldades para a comparação com a performance de administradores orientados pelo valor. Eu fiquei muito feliz de saber que meus sócios, não só se mantiveram com ele como aumentaram sua participação de tão felizes que ficaram com o resultado apresentado.

Aqui não tem mistério. Bill é a única pessoa que eu recomendaria aos meus sócios. Naquela época eu disse que se conseguissem uma performance de 4% ao ano superior ao índice Standard & Poor já deviam se dar por muito satisfeitos. Bill conseguiu um resultado muito melhor que este, mesmo trabalhando com um montante de dinheiro cada vez maior, o que sempre torna as coisas mais difíceis. Tamanho sempre foi a âncora do desempenho, não existe dúvida em relação a isto. Isto não quer dizer que não se consiga obter um desempenho superior a média quando seu tamanho é maior que a média, mas as margens normalmente desabam. Se você estiver administrando dois trilhões de dólares e este for o valor da valorização patrimonial de toda a economia, não espere ir melhor do que a média!

Eu devo acrescentar que, durante todo este período, nunca houveram duas carteiras idênticas. Isto porquê, embora estes homens selecionam seus papéis baseados na discrepância entre preço e valor, fazem suas seleções de formas bem diferentes. As maiores concentrações de Walter, por exemplo, eram em companhias robustas como a Hudson Pulp & Paper, a Jeddo Highland Coal e a New York Trap Rock Company e outros tantos nomes que vem a memória até mesmo daqueles leitores de jornais mais distraídos. As escolhas efetuadas pela Tweedy Browne já recaiam sobre nomes bem mais desconhecidos. Por sua vez, Bill costuma trabalhar com companhias de grande porte. A sobreposição de papéis nestas carteiras tem sido muito pequena. Definitivamente, estes dados não refletem os resultados de 50 investidores que copiaram as apostas um do outro.

A Tabela 5 contém os dados de um amigo meu que é graduado pela faculdade de direito de Harvard que costiuiu uma grande firma de advocacia (NT. 1156% contra 96% do Down Jones em 13 anos). Em 1960 eu disse a ele que o direito era uma coisa muito legal como hobby, mas que ele poderia fazer bem melhor. Ele começou uma parceria que era exatamente o extremo oposto de Walter. Sua carteira era concentrada em bem menos papéis e seu resultado era, com certeza, bem mais volátil, mas foi constituído com o mesmo procedimento de procurar e encontrar desconto no valor. Ele estava disposto a aceitar maiores altos e baixos na performance e é uma pessoa cujo o cerne vai mais para o lado da concentração, obtendo os resultados demonstrados. Estes dados, na verdade pertencem a Charlie Munger, meu sócio a muito tempo nas operações da Berkshire Hathaway. Enquanto ele administrava a sua empresa, a composição de sua carteira era completamente diferente da minha e dos outros investidores mencionados anteriormente.

A Tabela 6 contém os dados de um amigo de Charlie Munger – Um investidor também sem formação em negócios, que era especialista em matemática na USC (NT. 22.200% contra 316% do S&P em 19 anos). Ele iniciou sua carreira como vendedor da IBM, logo depois que se formou. Ele era conhecido de Charlie antes de nos conhecer-mos. Estes são os dados de Rick Guerin. Rick, de 1965 a 1983, conseguiu um retorno de 22.200 %, contra um ganho composto de 316% do S&P isto porquê, o que ele não tinha de formação em negócios lhe sobrava de conhecimento de estatística.

Um aparte aqui: É impressionante para mim como esta idéia de comprar uma nota de 1 dólar por quarenta centavos ou pega o sujeito de cara ou não pega nunca mais. É como um vírus. Se a pessoa não pega de cara, não adianta insistir e continuar a explicar, mesmo apresentando resultados. Não vai fazer a menor diferença. Eles parecem incapazes de compreender o conceito da forma simples como ele é. Um sujeito como Rick Guerin, sem nenhuma formação em finanças, pegou o princípio logo de cara e já estava aplicando 5 minutos depois. Eu nunca conheci ninguém que tenha se convertido gradualmente a esta estratégia de investimento, mesmo com 10 anos de tentativas. Não é uma questão de QI, ou de treinamento acadêmico. Ou você tem o entendimento na hora ou não tem.

A Tabela 7 mostra os resultados de Stan Perlmeter (N.T. 4277% contra 887% do S&P em 17 anos). Stan era especialista em artes pela Universidade de Michigan e também era sócio da agência de propaganda Bozell & Jacobs. O destino fez com que trabalhássemos no mesmo prédio em Omaha. Em 1965 ele chegou a conclusão que eu tinha um negócio melhor que o dele, e desistiu da propaganda. Da mesma  maneira, demorou cinco minutos para que Stan abraçasse a causa do investimento em valor. 
Perlmeter não possuí a mesma coisa que Schloss possui. Ele não sabe o que Bill Ruane possui. Estes são todos resultados obtidos independentemente. Mas, toda vez que Perlmeter compra um papel é porque está levando mais do que está pagando em dinheiro. Esta é a única coisa com a qual ele raciocina. Ele não está de olho nas projeções dos próximos resultados trimestrais, ele não está olhando na projeção de lucros para o ano que vem, ele não está querendo saber qual o dia da semana é hoje, ele não está interessado em saber o que o setor de pesquisa de de qualquer firma de investimento tem a dizer. Ele não está interessado nos movimentos de preço, volume ou outra coisa qualquer. Ele apenas pergunta: ”Quanto vale o negócio ? “

As tabelas 8  e 9 contém os resultados de dois fundos de pensão com os quais estive envolvido: eles não foram selecionados dentre dezenas de fundo de pensão dos quais eu tive relacionamentos, eles são os únicos dois nos quais eu tive algum tipo de influência. Nos dois casos eu conduzi a escolha dos administradores para aqueles orientados para o “valor”. Muito poucos fundos são administrados com esta estratégia. A Tabela 8 mostra os dados do Fundo de Pensão do Washington Post.  A conta estava anteriormente com um grande banco. A alguns anos atrás e eu sugeri a eles que seria melhor se eles selecionassem administradores que possuíssem orientação em valor.
Como vocês podem observar, eles passaram a ficar nos 10% dos fundos mais rentáveis, desde que fizeram a opção pela administração em valor. O Post solicitou a seus administradores que mantivessem pelo menos 25% do montante disponível em debêntures, o que não necessariamente teria sido a opção destes administradores. Mesmo com 25% investido em debêntures, que não é a área de especialidade destes investidores, foi conseguido um resultado que se encontra nos 10% dos melhores resultados dos fundos administrados. O resultado obtido com o Washington Post não cobre um período relativamente longo, mas representam o resultado obtido em decorrência dedecisões de investimento efetuadas por 3 administradores que não foram identificados retroativamente.

A Tabela 9 é o resultado do Fundo da FMC Corporation. Eu não administrei um centavo deste fundo, apenas influenciei na escolha de seus administradores em 1974, optando para aqueles que possuíam orientação em valor. Antes deste período eles selecionavam sua administração da mesma forma que outras grandes companhias. Agora, depois que se “converterem” para a orientação em valor, eles são o número um da pesquisa efetuada pela Becker relativa a fundos de pensão da mesma categoria de tamanho. No ano passado eles tiveram 8 administradores de recursos durante todo o ano. Sete deles acumularam uma performance melhor que o S&P. A diferença líquida entre a performance do fundo hoje e a sua média durante o período somam $243 milhões. A FMC atribui isto a mudança de atitude que eles adquiriram por intermédio da seleção de seus administradores. Estes não seriam exatamente os administradores que eu escolheria mas todos eles tem um denominador comum: a forma de seleção de ações é baseada no valor.

Aqui estão os resultados de 9 apostadores de cara ou coroa do Reino de Graham-e-Doddsville. Eu não os escolhi aleatoriamente dentre tantos outros. Definitivamente, isto não foi um resultado de loteria– Pessoas que eu não conheço e que ganham dinheiro com a sorte. Eu selecionei estes homens baseado na forma como eles efetuam suas escolhas de investimento. Eu conheço o que foi ensinado para eles e tenho algum conhecimento sobre seu intelecto, caráter e temperamento. É muito importante compreender que este grupo vem assumindo muito menos risco que a média; observe bem o resultado que eles obtiveram quando o Mercado estava fraco. Eles não se diferenciam da massa apenas pelo estilo, estes investidores estão na verdade sempre comprando um negócio, não uma ação. Alguns deles, eventualmente, compram o negócio todo. Mas é muito mais comum comprarem pequenos pedaços do negócio. Só que a atitude deles comprando todo o negócio ou apenas uma pequena parte é rigorosamente a mesma. Alguns deles possuem carteiras com algumas dúzias de ações; outros possuem uma quantidade de ações que caberiam nos dedos de uma mão. Mas uma coisa eles tem em comum, todos eles aproveitam a diferença do preço do negócio no mercado e o seu valor intrínseco a seu favor.

Eu estou convencido de que existe muita ineficiência no Mercado por aí a fora. Estes investidores de Graham-e-Doddsville conseguiram aproveitar as diferenças entre preço e valor de forma muito eficaz. Quando o preço de um papel pode ser influenciado por tudo aquilo que se houve em Wall Street e com os preços variando ao sabor das emoçoes das pessoas, da pessoa mais eufórica a mais depressiva, fica muito difícil argumentar que o mercado sempre precifica os papéis racionalmente. O fato é que preços do Mercado raramente fazem algum senso.

Eu gostaria de acrescentar uma coisa muito importante sobre risco e retorno. Algumas vezes risco e retorno estão correlacionados. Se alguém me disser, “ eu tenho aqui uma pistola de seis cartuchos e coloquei uma bala no tambor. Porque você não gira o tambor, aponta a arma na sua cabeça e puxa o gatilho uma vez? Se você sobreviver eu lhe darei 1 milhão de dólares - Eu não aceitaria- Talvez por acreditar que um milhão de dólares não seja uma quantia suficiente. Só que agora, ele poderia me oferecer cinco milhões de dólares para puxar o gatilho duas vezes - isto sim poderia ser uma boa correlação entre risco e retorno!

No investimento em valor ocorre justamente o contrário. Se você conseguir comprar uma nota de 1 dólar por 60 centavos, será mais arriscado do que comprar uma nota de 1 dólar por quarenta centavos, e a sensação de recompensa neste último caso será maior. Quanto maior a capacidade de recompensa que uma carteira pode oferecer, menor risco ela possui.

Um exemplo rápido: a Washington Post Company estava sendo vendida por US$80 milhões no mercado em 1973. Naquela época, em um determinado dia, você poderia ter vendido os ativos da empresa para qualquer um dos 10 compradores existentes por não menos do que 400 milhões de dólares e, provavelmente, até mais. A companhia possuía o the Post, a Newsweek e mais diversas estações de televisão em diferentes mercados. Estas mesmas propriedades estão avaliadas hoje em 2 bilhões, assim a pessoa que pagasse 400 milhões naquela época não poderia ser chamada de maluca.

Agora, se esta ação tivesse caído ainda mais, a um preço que fizesse sua avaliação ser de US$40 milhões ao invés de US$80 milhões, seu beta seria ainda maior. E para pessoas que acreditam que o beta mede risco, o preço menor pareceria mais arriscado. Isto é uma verdadeira Alice no País das Maravilhas. Eu nunca conseguí entender porquê é mais arriscado comprar o valor de $400 milhões em propriedades por $40 milhões do que por US$80 milhões. E, de fato, se você compra um grupo de ações como este e conhece bem a avaliação do negócio, não existiria risco até em comprar os $400 milhões por US$80 milhões, Principalmente se você estiver comprando em 10 lotes de US$8 milhões cada um.
Como os US$400 milhões não estarão em suas mão, você vai querer ter certeza que estará lidando com gente honesta e competente para administrar o seu negócio, mas isto não é um trabalho tão difícil assim.

Você também terá que ter o conhecimento necessário para fazer uma estimativa superficial sobre o valor do negócio. Mas não empregue números muito apertados. É isto que Benjamin Grahan quis dizer quando disse que deveria existir uma margem de segurança. Você não deve querer comprar um negócio que vale US$83 milhões por US$80 milhões. Você deve proteger-se com uma enorme margem. Quando se constrói uma ponte, você insiste que ela deva suportar 15 toneladas, mas você só trafegará nela com caminhões de até 5 toneladas. Este princípio funciona da mesma maneira em investimentos.

Por fim, alguns de vocês, com uma mentalidade mais comercial, devem estar se questionando o motivo pelo qual eu escrevi este artigo. Isto só serviria para aumentar os adeptos da abordagem em valor e diminuir a diferença entre o preço e o valor dos papéis disponíveis no Mercado. Sobre isto eu só posso dizer que o segredo esteve disponível durante 50 anos, por aí, para quem interessasse, desde que Ben Graham e Dave Dodd escreveram Security Analysis. Até agora, em todos os 35 anos que venho praticando o investimento em valor, não ví nenhuma corrida em direção a ele. Parece que alguma característica nociva da humanidade faz com que as coisas simples se pareçam difíceis. O mundo acadêmico, principalmente, nos últimos 30 anos, tem se distanciado cada vez mais dos ensinamentos do investimento em valor. E isto tende a continuar da mesma forma. Os navios continuarão a navegar pelo mundo mas as sociedades da terra quadrada sempre irão existir. Grandes discrepâncias entre preço e valor sempre existirão no mercado, e aqueles que entenderam o que Graham & Dodd tinham a dizer continuarão a prosperar.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Pegadinha do malandro


Fala ai seus putos : Já escrevo de antemão que não aconteceu nada comigo, estou tranquilo e operando no mercado de capitais tupiniquim , também estou aportando na medida das minhas parcas economias.

 Porque vou deixar o blog em stand by :
  • A blogosfera brasileira anda um lixo!! existe inúmeras possibilidades de ganhar dinheiro no mercado com estratégias das mais simples ou mais sofisticadas,porém nada disso é debatido por aqui.
  • Porque vou adentrar  num projeto audacioso para ganhar dinheiro de todas formas possíveis, inclusive no mercado de capitais, sendo assim o pouco tempo que sobra para manter esta biboca funcional vai ser tonar ainda mais escasso.

  Alguns anos atrás existia discussões de estratégias relevantes por aqui onde cada participante postava seu entendimento e mostrava seus resultados no blog. Já aviso que disponho de estudos interessantes nestes sentido; recentemente estou pulando degraus importantes na caminhada rumo a IF lastreado em conhecimentos de estratégias que poderia divulgar aqui , porém algumas estratégias se encontram em fase de testes há pelo menos três anos,  penso em deixar mais três anos para postar um série de artigos sobre meu entendimento e minha experiência no mercado de capitais.

Outro ponto fundamental: Quando abri este blog meu objetivo inicial era mostrar como um pobre poderia alavancar capital e sair dos níveis mais baixos em termos de renda usando estratégias simples como frugalidade, trades oportunos, value  investing etc

Neste sentido a blogosfera anda pior que revista fuxico, não esta acrescentando nada na vida de  ninguém e muito menos na parte que me toca que é estratégias de mercado. Todo resto embora me interesse até certo ponto se tornou algo secundário, uso este blog como diário de estratégia aonde posto como pessoa física comum  que obtém  bons resultados mês a mês, sem aquele marketing todo que sabemos que existe por de trás de estratégias como value investing, trade de valor, Valuation etc.

O que temos por aqui nos últimos anos:


- Derrotismo
-  Negativismo
- Vitimismo
- Proselitismo
- Demagogia
- Sofisma


Por estes dias estava buscando ler alguns blogs famosos por aqui:
OBS: Ao adentrar nos  comentários só encontro besteiras, embora isso não seja algo novo para minha persona, tenho que admitir que o nível decaiu por demais nos últimos anos.


OBS:  Este fenômeno é uma constante na internet atualmente, já adianto que você pode até ter um blog ou canal falando sobre "pesca" que vai ter hater para falar besteira nos comentários, mas não é isso que me toca e sim a pouca utilidade prática no que tange ao cerne da teoria econômica, matemática financeira e valuation  etc, e o  mais importante não apenas escrevendo sobre teoria aleatórias,  mas  sim auferindo operações com dinheiro pessoal e colando ensinamentos em prática no mercado  real (  Skin in the game) como diria Taleb.


Outro ponto importante: Por estes dias ao discutir obviedades daquelas que você deveria aprender no ensino fundamental como: juros compostos, crescimento exponencial etc. Posteriormente cheguei a  uma conclusão estarrecedora: As pessoas em nossa sociedade negam as coisas mais lógicas possíveis em busca de conforte e aprovação social, simplesmente porque não se dão ao luxo de pensar fora da caixa.

Já adianto não importa quanto dinheiro você tenha: 

Se você é pobre de valores provavelmente vai torrar tudo com puta, carros, drogas, luxo e entretimento barato, ademais quando alguém não concorda com este tipo de pensamento é logo chamado de miserável


Outra ponto crucial, não existe meio termo em contabilidade: Na vida ou você paga juros ou recebe juros, ou seja ganha quem mais recebe do que paga, não importa o quanto você diga que é bem sucedido, se você tem X e gasta Y uma hora sua fortuna vai para o brejo.

Isso vale para investimentos e todas outras coisas na vida: 
EX:  você compra uma empresa que só da prejuizo, indiretamente você esta sustentando governo e intermediários etc,  ou quando você  vai a um banco fazer um financiamento para comprar um bem no presente , indiretamente você esta vendendo horas de trabalho no futuro.
  Outra questão importante: Não existe equilíbrio quando você se encontra na parte de baixo da pirâmide, neste sentido você tem que trabalhar para atingir um nível de dignidade que te possibilite ter acesso a bens de melhor qualidade sem precisar pagar juros exorbitantes e vender horas de trabalho no futuro.

Então aquele papinho de crescer com equilibrou só é possível quando você atinge base sólidas financeiramente falando, e acredite no Brasil quanto mais o tempo passa mais dinheiro você precisa para chegar neste nível, principalmente  pelos serviços prestados aqui serem de péssima qualidade.
  • Existe equilíbrio quando você precisa ir ao SUS morrer na fila do hospital?
  • Existe equilíbrio quando você precisa trabalhar horas a fio para sustentar meio corporativo imundo e governo obeso?
  • Existe equilíbrio quando você compra um carro super faturado deste cartel de montadoras tupiniquins e posteriormente incorre nos seguintes custos de manutenção:  estacionamento, multas, carteira, seguro, mecânico, gasolina, impostos, juros do financiamento e demais taxas, depreciação etc
  • Existe equilíbrio quando para se ganhar algo em torno de 10 mil bruto no Brasil você precisa ser um ninja filho do super man  e ter gastado rios de dinheiro com formação. OBS: ainda contar com QI ( Quem indica). Não se engane, indiretamente o sócio governo vai ficar com 40% da sua renda no mínimo.

- 27% sobre o que exceder teto da isenção
- 40% em médias nos itens de consumo
-  20% em investimentos diretamente
- 34 a 40% sobre faturamento da empresa.

Quanto sobra da sua receita bruta mesmo depois de deduzir tudo isso? E o que você recebe em troca já que precisa pagar pelo que não recebe por vias públicas novamente no mercado privado, e ao fazer isso você paga  mais  40% sobre itens de consumo ou serviços prestados.

Ai lhe pergunto que diabo de equilíbrio é este?


A constatação é que você tem que fazer o possível para ganhar muito dinheiro sem ficar se vitimizando : E isto vai exigir uma dose de sacrifício.

 Ou vai me dizer que quando você estava se formando e comendo porcamente entre trabalho e faculdade,  morando na casas dos pais para economizar dinheiro etc, você não estava se sacrificando, ou quando tinha dois empregos para aumentar renda  e trabalhava em torno de  16 horas por dia. Quando ficava até horas da madrugadas lendo relatório e edificando planilhas para entregar na empresa etc

Quando falo que busco todos os meios possíveis para aumentar  renda sou logo taxado de extremista, vamos dizer real não existe equilíbrio para quem esta na parte de baixo da tabela, faço o possível para aumentar minha renda enquanto tenho juventude e saúde para tal.


     Temos como exemplo  nosso amigo viver de renda há muito tempo nesta jornada, neste ponto da caminhada mais ou menos dinheiro não vão trazer ganhos adicionais, inclusive podem te trazer dor de cabeça ao ter que administrar muitas empresas e passivos ambulantes que perdem muito valor com o tempo.

     Neste três anos de blogosfera e mais de oito anos de caminhada: Consegui atingir uma boa marca que é muito difícil de ser alcançada por todas dificuldade elencadas acima. Enquanto nível por aqui estiver baixo como elencando acima continuarei operando no mercado e ganhando dinheiro e fazendo algo mais produtivo para alavancar capital.

Recomendo que os amigos blogueiros permitam apenas pessoas com email ou blog comentarem em suas páginas, assim evitam o sucessivo show de horrores que vemos todo santo dias  nos mais variados blogs.

O real motivo para deixar standy by o blog é porque estou sem tempo e penso em reformular  isso aqui no próximo ano.


Então aguardem que apareço no próximo ano, enquanto isso foquem no que interessa no momento aumentar as fontes de rendas e ganhar dinheiro.

Não percam tempo em demasia com coisas inúteis que nada vão acrescentar a sua vida, lembre-se tempo é nosso ativo mais precioso.